Você sabe que vai doer e mesmo assim entra de novo na mesma relação

mesma relação

Há um momento específico que suas relações se repetem. Você recebe uma mensagem. Vê o nome na tela. Antes mesmo de responder, algo em você já sabe como essa história termina. Mesmo assim, você responde. Lá vai você entrar de novo na mesma relação.

  • Não por ingenuidade.
  • Nem por esperança romântica.

Mas porque esse tipo de vínculo te puxa para dentro antes que você consiga pensar direito. É um padrão repetitivo que nunca é rompido.

O tipo de relação que você reconhece cedo demais

É quase sempre o mesmo formato. Pessoas que aparecem cheias de interesse, mas não permanecem. Que se aproximam, se afastam, voltam como se nada tivesse acontecido. Que mantêm contato suficiente para não te perder — e distância suficiente para não se comprometer.

Você percebe todos os possíveis sinais. Já viu esse filme mais de uma vez. E, ainda assim, algo te mantém ali, repetindo a mesma relação.

Percebe esse padrão em suas relações? Fale comigo pelo WhatsApp

Por que isso não é falta de força de vontade

Costumo ouvir mulheres dizendo que “sabem que estão entrando numa cilada”, mas não conseguem agir diferente.

Isso não acontece porque você é fraca, carente ou masoquista. Acontece porque você está operando a partir de um roteiro emocional automático.

Um tipo de vínculo que o seu sistema emocional reconhece como familiar, mesmo quando ele é doloroso.

Quando a atração não é escolha, é repetição

Muitas mulheres se surpreendem ao perceber que, apesar de desejarem algo diferente, acabam sempre envolvidas com pessoas emocionalmente indisponíveis.

Não é coincidência. Nem azar.

É o padrão atuando. O corpo reage antes da consciência. A ansiedade aparece cedo. O “frio na barriga” surge junto com a instabilidade. E isso passa a ser confundido com química.

Os sinais aparecem — e costumam ser ignorados

Mesmo no início, você percebe. A comunicação é irregular. O interesse oscila. O compromisso nunca se define claramente. Você sente um aperto silencioso, mas racionaliza.

Se adapta. Espera.

E começa a aceitar menos do que gostaria, com medo de perder o pouco que existe.

Por que entender tudo isso não tem sido suficiente

Talvez você já tenha lido livros, ouvido podcasts, feito terapia. Você entende o conceito de apego. Reconhece suas feridas. Sabe de onde isso vem.

Ainda assim, o padrão se repete.

Porque esse tipo de repetição não se sustenta apenas em ideias. Ela está registrada no corpo, nas emoções, nas respostas automáticas.

Compreender ajuda. Mas não rompe o ciclo sozinha.

O ponto que quase ninguém enfrenta

mesma relação

Trocar de parceiro, muitas vezes, não resolve. Mudar de contexto também não.

Porque o que se repete não é apenas a pessoa escolhida – é o lugar interno a partir do qual você se vincula.

Enquanto esse lugar não é investigado, profundamente compreendido e trabalhado, o roteiro muda pouco (ou nada).


Como esse trabalho acontece no processo terapêutico

No meu processo terapêutico online, o foco não é te convencer a sair ou ficar em uma relação.

O trabalho é mais profundo:

  • identificar como esse padrão se formou
  • entender por que ele se ativa justamente com esse tipo de pessoa
  • reconhecer os gatilhos que te puxam para dentro da repetição
  • e criar condições emocionais reais para escolhas diferentes

Sem fórmulas prontas. Sem promessas fáceis. Mas com a devida profundidade que a situação que você vive exige. Com sigilo, escuta profunda e investigação conjunta.

este texto te deixou desconfortável?

Se, ao ler, você sentiu que algo aqui descreve com precisão o tipo de relação que você vive (ou repete), talvez seja um bom momento para olhar para isso com mais cuidado.

Se quiser entender como funciona o processo terapêutico e avaliar se esse é o seu momento:

FAle comigo no WhatsApp

e conversamos com calma.


Deixe um comentário